Sistema de Diagnóstico Online a Bordo

Para atender as rígidas normas do PROCONVE P-7 todos têm que fazer a sua parte. Principalmente, quem tem que fiscalizar de perto o funcionamento adequado dos motores a diesel.

Os novos veículos possuem um sistema de diagnóstico de emissões.

De 1988 em diante novas tecnologias foram surgindo e aprimoraram cada vez mais o sistema OBD, a ponto de todos os veículos a diesel para atender a EURO 5 e agora para o PROCONVE P-7 possuirem. O termo OBD (Autodiagnose de Bordo em português) serve para nomear este tipo de tecnologia.

Como uma caixa-preta encontrada nos aviões, o OBD grava todas as informações do veículo e interpreta os dados do motor. Ele é composto por um computador, softwares e sensores que avisam o motorista, por meio de luzes no painel, caso tenha algum problema.

O OBD evita danos ao veículo, principalmente ao motor e seu sistema de exaustão de gases. No caso de veículos que usam a tecnologia SCR (Redução Catalítica Seletiva), por exemplo, o sistema permite que o veículo funcione sem o abastecimento do ARLA32 por um curto período. Se o motorista não respeitar esse limite, o OBD reduzirá a potência do motor para adequar os níveis de emissões de poluentes e materiais particulados.

Isto também se aplica a tecnologia EGR (Recirculação de Gases de Exaustão). Caso não seja feita a manutenção correta ou o abastecimento do diesel fora das especificações (S10 e S50), o OBD alerta o motorista, grava a falha e, não sendo reparado, o OBD atua no sistema eletrônico para despotencializar o veículo.

É importante dizer que qualquer tentativa de modificar o sistema OBD causará sérios prejuízos nos veículos a diesel. A sua capacidade de análise das informações do motor e sistema de escape serão prejudicadas, que podem ocasionar a quebra de componentes do motor e multas por não cumprirem as normas de emissões de poluentes do PROCONVE P-7.


 
 

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