Volkswagen Caminhões e Ônibus inicia 2008 com produção vendida até março

. A maior produtora nacional de caminhões: 38.009  unidades  em 2007
. Liderança nas vendas brasileiras de caminhões
. Maior venda doméstica em dezembro de todos os tempos
. Exportações também crescem

A Volkswagen Caminhões e Ônibus já tem toda a sua produção vendida até o próximo mês de março, mantendo os excelentes níveis de vendas atingidos em 2007. No ano passado a montadora produziu 47.224 veículos - 33% a mais do que no ano anterior, tornando-se a maior produtora nacional de caminhões – 38.009 unidades, além de líder pelo quinto ano consecutivo nas vendas domésticas de caminhões acima de cinco toneladas de peso bruto total (o segmento abaixo dessa tonelagem inclui produtos importados da concorrência). As informações são do presidente Roberto Cortes, que anunciou hoje (2/1) os recordes históricos em todas as operações da empresa. Só em dezembro de 2007, a marca vendeu no Brasil quase o dobro de caminhões em comparação com sua principal concorrente. 

“A grande aceitação de nossos produtos já garantiu a encomenda de toda a produção da fábrica de Resende (RJ) até março próximo. Ainda este ano, contaremos com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Sérgio Cabral para inaugurar a obra da primeira fase dos novos investimentos: o Centro Logístico, já em fase de acabamento. Ao longo deste ano, as empresas parceiras da Volkswagen Caminhões e Ônibus contratarão mais 400 empregados. Estamos prontos para mais um ano de sucesso”, diz Roberto Cortes.

Nas vendas domésticas, os resultados de 2007 impressionam. Começando pelo volume de caminhões Volkswagen no atacado em dezembro: 2.308 unidades, contra 1.277 de sua principal concorrente. De janeiro a dezembro, foram comercializados 29.676 veículos, garantindo a liderança no mercado acima de cinco toneladas, com 31% de participação e crescimento de 32% em relação a 2006. As vendas de chassis de ônibus deram à Volkswagen a vice-liderança pelo décimo-quarto ano seguido – foram 6.779 unidades ao longo de 2007, com volume 38% maior que o do ano anterior.

Os números do Registro Nacional de Veículos Automotores - Renavam confirmam os resultados de atacado em 2007, com 28.929 licenciamentos de caminhões Volkswagen – participação de 30,4% e crescimento de 28% em relação ao ano anterior. Em ônibus, foram 6.380 emplacamentos, 27,8% de participação e 34% de aumento em comparação com 2006. 

Sucesso nas exportações

Mesmo enfrentando taxas de câmbio que fortaleceram o real diante do dólar, a Volkswagen Caminhões e Ônibus encerrou 2007 com o volume recorde de 10.823 unidades e um crescimento de 10% em comparação com o ano de 2006. Argentina, Chile, México, Angola, Nigéria e África do Sul são alguns dos maiores clientes internacionais da montadora. Além de fabricar seus caminhões e ônibus no Brasil, a Volkswagen possui linhas de montagem SKD (produção com kits exportados de Resende) em Puebla, no México, e em Port Elizabeth, na África do Sul. Também mantém uma joint-venture em Bogotá, na Colômbia, para a montagem de ônibus CKD (com peças enviadas pelo Brasil, porém totalmente desmontadas).

Entre as importadoras oficiais da Volkswagen Caminhões e Ônibus, a maior é a do Grupo Maco no Chile. Com novos escritórios e oficinas inaugurados em junho de 2007, a empresa investiu R$ 16 milhões para expandir suas operações naquele país. São vendidos caminhões Worker e Constellation, além de ônibus Volksbus. O Chile é o mercado mais aberto da América do Sul - a Volkswagen enfrenta 18 competidores de todos os continentes. Ao todo, a marca tem 32 representantes na América Latina, na África e no Oriente Médio.

Terceiro ciclo de investimentos

Entre 2008 e 2012, a Volkswagen Caminhões e Ônibus irá investir R$ 1 bilhão na ampliação da sua capacidade produtiva, no desenvolvimento de novos produtos e novas tecnologias que otimizem o consumo de combustível e preservem o meio ambiente. É o maior investimento anunciado por uma montadora de veículos comerciais no Brasil. Os recursos serão totalmente aplicados no Brasil, onde a montadora é hoje a maior fabricante de caminhões.

O investimento será dividido entre o desenvolvimento de novas motorizações para caminhões e ônibus, criação de linhas de produtos em nichos ainda não explorados, novos modelos e aplicações na linha atual, e pesquisa de fontes alternativas de combustíveis, bem como sua eficiência. Também estão previstos recursos para o aumento da capacidade produtiva na fábrica de Resende.

